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Entidades discutem melhorias para o Plano Diretor de Teresina


Diretoresdo Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado do Piauí – SINDILOJAS/PI, do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/PI), Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Piauí (CRECI-PI) e o arquiteto Júlio Medeiros participaram de reunião,no dia 21 de setembro, na sede do Sindicato, para discutir o Plano Diretor de Ordenamento Territorial de Teresina (PDOT). Na ocasião, foram apontadas sugestões para melhorias do PDOT.

Durante o encontro, os lojistas destacaram que não tiveram tempo para discutir o plano. O presidente do SINDILOJAS-PI, Tertulino Passos, explica que o projeto modificará a vida de toda a sociedade. “Dentre os principais pontos negativos do Plano Diretor está o aumento significativo do valor do IPTU e outras taxas referentes aos valores do imóvel. Vamos continuar as discussões sobre o plano para encontrar a melhor solução. Queremos saber que alternativas a Prefeitura encontrará para tornar o centro mais desenvolvido e fortalecer a atividade econômica no local”, afirmou.

O vice-presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo (CAU/PI), João Alberto Monteiro, também apontou a falta de tempo para discutir os detalhes do Plano. “Esse plano tem uma coisa muito boa, pois faz com que a gente se sinta incomodado, gerando discussões sobre a importância da nossa cidade. Estamos discutindo a cidade com a participação de vários órgãos, no entanto, para nos manifestarmos, precisamos ter conhecimento de causa. São 200 páginas cheias de detalhes complexos que demandam tempo para análise”, apontou.

Durante a reunião, o arquiteto Júlio Medeiros apresentou um documento com sugestões para o plano, destacando questões como os aspectos jurídicos, mobilidade urbana, zoneamento e estrutura urbana.  

Para o presidente do CRECI-PI, Nogueira Neto, a reunião foi relevante, pois foi delineado o planejamento urbano de Teresina.  “Aqui esclarecemos aos lojistas do risco que o Plano oferece ao comércio da capital. É muito complicado, muito complexo e traz um impacto muito grande na vida da sociedade teresinense. O PDOT traz poucos benefícios à sociedade”, pontou.