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8 exemplos para se inspirar e começar seu negócio


Inspiração já ajudou muitos empreendedores a tomarem coragem para iniciar um negócio próprio. As histórias de outros empresários e a trajetória de pequenas empresas que deram certo trazem um ânimo a mais para quem quer mudar de carreira e empreender.

Os cases de sucesso ajudam a entender as escolhas que os empresários tomaram e a identificar oportunidades e tendências. Confira a seleção com as histórias de empreendedores nas fotos.

 

 

 

 

Bolo à Toa

A empresária Renata Grosso Frioli seguiu seu instinto para criar a Bolo à Toa, empresa de bolos caseiros aberta há dois anos e que tem duas unidades. Renata produz mais de 10 mil bolos simples, como fubá e cenoura. Sozinha, ela criou o conceito e abriu a empresa, buscando autorizações e tratando da burocracia. O sucesso foi tanto que a empresária recuperou seu investimento nos primeiros oito meses. Os bolos são vendidos inteiros, para não descaracterizar o negócio. “Tenho plano de abrir mais lojas, mas minhas. Me procuram muito para franquia, mas não gosto de ver meu negócio massificado”, conta. 
 

Brigaderia

Criada pela ex-designer de tecidos Taciana Kalili, a Brigaderia foi uma das marcas que apostou na venda do brigadeiro para faturar. Com embalagens coloridas e sabores variados, a empresa cresceu e chamou a atenção do mercado. A rede de dez lojas foi comprada pela Cacau Par, holding criada pela rede Cacau Show, que passou a ter 50,1% da empresa.

 

Buddha Spa

O estresse da maioria das pessoas é o que faz a rede Buddha Spa, a maior franquia de spas do país, faturar 8 milhões de reais ao ano. Com massagens e tratamentos estéticos, a inovação na oferta de serviços é essencial para manter o negócio atualizado. “Em 2014, a gente pretende continuar nos modelos de franquia de menor investimento, em empreendimentos comerciais e hotéis, e gerar demanda maior e atratividade para o franqueado”, conta o proprietário Gustavo Albanesi.

 

Delicari

Artesanais e com matéria-prima de qualidade. Este era o desejo dos sócios Gustavo Succi, Gabriela Borges, Maurício Amaro e Craig Bell para a produção dos iogurtes da Delicari, a primeira loja especializada no ramo. Leite, frutas, fermento lácteo e um pouco de açúcar são os ingredientes da receita. O negócio está sob o chapéu da MIE Brasil, empresa que cria e desenvolve marcas de alimento.

 

 

 

Maria Pumar

A concorrência chinesa quase acabou com a empresa de guarda-chuvas Maria Pumar. Ao invés de fechar as portas, o casal de empresários Lúcia Pumar e Emilio Cantini reinventaram o negócio. Capas, bolsas e sapatos ideais para dias chuvosos transformaram a fábrica de guarda-chuva em uma grife de moda. “A gente precisa disseminar a ideia para que as pessoas entendam do que se trata. Temos que retirar a ideia do descartável, barato e prático em que se fundamenta a cultura chinesa aqui.”, diz o sócio.
 

Inesplorato

Criar um negócio inédito, disseminar o conceito e crescer é um processo que pode ser muito difícil e exige dedicação. É o caso da Inesplorato, empresa que oferece curadoria de conhecimento, uma consultoria para quem quer aprender algo novo e não sabe como começar. “Nosso trabalho é diminuir a distância e o tempo entre as pessoas e as informações que são importantes para elas”, conta Débora Emm, sócia da empresa.

 

Pão to Go

Uma padaria com drive-thru. Esta foi a proposta da rede de franquias Pão to Go, criada pelo empresário Tom Ricetti e que já tem cinco unidades em operação. O conceito máximo foi simplificar a vida de quem não tem tempo nem para ir à padaria. Itens básicos como pães, frios e queijos podem ser comprados sem precisar descer do carro. O negócio deve faturar 3 milhões de reais neste ano.

 

Brasil a Gosto

O sonho de muitos empreendedores é ter um restaurante. A chef Ana Luiza Trajano deixou de lado a empresa da família, o Magazine Luiza, para seguir este sonho e criar o Brasil a Gosto. Aos 35 anos, Ana comanda as receitas do restaurante, viaja em expedições pelo Brasil três vezes por ano e se empenha na divulgação da culinária brasileira como faceta cultural do país. “O meu empreendedorismo está ligado a um propósito de vida, porque eu nunca me vi fazendo uma coisa desprovida de propósito, ou seja, de crença. Para o empreendedor, tem que ter algo que movimente mais do que o dinheiro”, diz.

 

FONTE: EXAME