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Lojistas pontuam benefícios concedidos aos comerciários teresinenses


Diante do panorama em que se encontra o comércio do Centro de Teresina, o Sindicato dos Lojistas do Comércio do Estado do Piauí (Sindilojas/PI) aponta ações relevantes que têm sido implementadas para a valorização dos comerciários. As empresas de Teresina mantém excelente relação com seus colaboradores, concedendo boas condições de trabalho aos funcionários.

 

Prova disso é o piso salarial da capital atualmente é maior do que algumas outras capitais do Norte e Nordeste. Outro dado de destaque no quadro de benefícios proporcionado pelo sindicato patronal é o pagamento de hora extra, onde Teresina é a única capital que paga com acréscimo de 100%, quando Salvador (BA) paga 60% de acréscimo e São Luís (MA), apenas 55%.

Muitos lojistas concedem ainda para os comerciários vale-refeição, plano de saúde e outras vantagens não obrigatórias.  O que o Sindilojas Piauí defende é que pequenas empresas não podem ter sua sobrevivência ameaçada por imposição de encargos não estabelecidos por lei e que não têm condição econômica para arcar com esses benefícios. Além disso, se as empresas perecerem, os empregos também serão prejudicados.

O Sindicato dos Comerciários afirma que deflagrou greve na última quinta-feira (03), mas, o que se tem visto nas ruas, com adesão mínima ao movimento, é um ato feito apenas pela diretoria do Sindicato. As lojas têm funcionado normalmente e são fechadas apenas quando se sentem ameaçadas por parte dos manifestantes que utilizam foguetes e bombas, colocando em risco também os consumidores que estão no local.

“A suposta greve atende exclusivamente ao interesse da direção do Sindicato de obter mídia. Os pequenos grupos que têm circulado no Centro praticando vandalismo não são compostos por comerciários. Há outras pessoas infiltradas para fazer o que chamam de ‘manifestação’. Comerciários são trabalhadores responsáveis, não agiriam com violência e desrespeito a lei”, explica Luiz Antônio Veloso, presidente do Sindilojas/PI.  Os lojistas continuam abertos a negociar a renovação da Convenção Coletiva de Trabalho para 2014/2015, acarretando assim, no fim da greve da categoria laboral.